<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
   <title>novasexpressoes.sa-arquitectos.com</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/" />
   <link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/atom.xml" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2008://1</id>
   <updated>2007-09-21T11:00:54Z</updated>
   
   <generator uri="http://www.sixapart.com/movabletype/">Movable Type 3.32</generator>

<entry>
   <title>MODOSTUDIO . roma</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/modostudio_roma.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2007://1.18</id>
   
   <published>2007-09-21T10:56:02Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:00:54Z</updated>
   
   <summary>Um dos factores mais importantes para a capacidade de resposta e rigor da estrutura organizativa de um estudio é a confiança que temos na própria capacidade de trabalho. Um misto de talento, dedicação e experiência que se vão acumulando ao...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Um dos factores mais importantes para a capacidade de resposta e rigor da estrutura organizativa de um estudio é a confiança que temos na própria capacidade de trabalho. Um misto de talento, dedicação e experiência que se vão acumulando ao longo dos anos. Não é de estranhar que a passagem por grandes ateliers -ocupando lugares de decisão e responsabilidade- seja uma das melhores escolas. Foi este o caso dos Italianos Fabio Cibinel, Roberto Laurenti e Giorgio Martocchia que após serem pessoas-chave em ateliers de primeira linha em Itália e Holanda, se lançaram na aventura de ter atelier próprio, mostrando desde já um trabalho criativo e rigoroso. <a href="www.modostudio.net">www.modostudio.net</a>

<img alt="MODOSTUDIO.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/21/MODOSTUDIO.jpg" width="600" height="368" />
KKKT - International port terminal – Klaipeda]]>
      <![CDATA[<strong>Vocês trabalharam vários anos como pessoas-chave nos estudios de Fuksas, Egeraat e Oosterhuis. Que vos levou a sair e fundar o vosso próprio atelier?</strong>
Depois de trabalhar tantos anos como responsáveis de projectos de grande escala, era indispensável que nos colocassemos à prova. Queriamos procurar uma realidade profisisonal distinta em comparação com outros jovens estudios italianos: disfrutar da experiência adquirida em grandes projectos, montando uma estrutura ligeira mas capaz de gerir a complexidade do projecto, que hoje em dia exige competências especificas e grande capacidade de sintese e coordenação. A ideia de caminhar por nós próprios e assumir essas responsabilidades directas aparece depois de terminar um periodo de crescimento talvez único sobretudo como arquitectos em projectos como a Nova Feira de Milão ou o Centro de Pesquisa da Ferrari, ou em concursos como o Arquivo Nacional de França, o Centro de Congressos EUR em Roma (com Fuksas) ou o concurso para o Auditório de Helsinquia (com Oosterhius) e também devido à ausência -na maior parte dos estudios italianos- da cultura e a vontade de construir equipe que saiba trabalhar de modo autónomo, de "fazer escola" para transferir competências, alimentar o crescimento, construir uma rede, ao contrário de estudios estrangeiros, onde essas caracteristicas representam uma espécie de valor acrescentado.

<strong>Qual foi a melhor lição que aprenderam nestes grandes estudios?</strong>
O pragmatismo. Trabalhar ao lado de grandes arquitectos dá-te uma perspectiva de como um projecto que à primeira vista te parece irrealizável se pode tornar realidade devido a uma capacidade de trabalho singular. Todos nós vimos da Faculdade de Arquitectura de Roma onde não era fácil entender a capacidade de realização de um projecto arquitectónico. Foi ao trabalhar para estudios altamente empenhados em construir que nos demos conta de quais são as problemáticas reais do nosso trabalho. Outra das grandes oportunidades é a possibilidade de confrontar com realidades diversas da Italiana. Ao trabalhar em projectos para Alemanha, França, Holanda com uma forte estrutura por trás foi uma experiência formativa que nenhuma escola ou pequena realidade local te podem dar.

<strong>Sendo um estudio jovem em Itália, devem lidar com dificuldades constantes para levar as ideias avante. Como lidam com isso?</strong>
Itália é uma realidade complicada para os arquitectos. Somos um pais onde se está a considerar jovem arquitecto quem tem até 50 anos que resulta num atraso impressionante e para nós absolutamente injustificado da maturidade profissional. Foram construidas poucas obras de qualidade e os tempos de execução são demasiado lentos, o que leva a uma falta de coragem para investir. Além disso, os concursos dão constantemente a ideia de premiarem outra coisa que não a qualidade da arquitectura. Modostudio existe à menos de um ano, e o entusiasmo e a vontade de fazer são de um estudio jovem, mas simultaneamente, devido à experiência acumulada, sabemos quais são as dificuldades e os erros que não queremos cometer. Temos bastante confiança na nossa capacidade.

<strong>Como isso se reflecte no vosso processo de trabalho?</strong>
Pensamos que o processo de trabalho não é algo codificável e reproduizivel em todos os casos, nem existe um processo a seguir que resulte em resultados seguros. Acreditamos que é possivel conseguir arquitectura de qualidade em quaisquer circunstâncias. Não é necessário projectar um grande museu ou uma obra extremamente cara para conseguir arquitectura de qualidade, nem achamos que o destino dos jovens grupos italianos seja apenas de idealizarem instalações urbanas efémeras.

<strong>Como olham a nova geração italiana, que está a começar a ultrapassar uma abordagem "clássica" e a propor uma arquitectura nova e fresca?</strong>
Uma grande quantidade de propostas é feita actualmente em Itália, e a qualidade geral parece estar a crescer. Faz falta uma Escola, pois a Universidade não é mais o ponto de referência para os jovens arquitectos e por isso toda a investigação é feita no exteiror, acumulando experiência em estudios internacionais. Para nós o verdadeiro problema não é apenas ter uma linguagem arquitectónica fresca, mas sim traduzir essa energia em realizações concretas. Esta geração têm mostrado que é capaz de se expressar com bastante força e de se impor mediaticamente. É agora o momento de demonstrarem a sua capacidade própria na realização dos projectos.
]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>NOLASTER . madrid</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/nolaster_madrid.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2007://1.17</id>
   
   <published>2007-09-21T10:50:34Z</published>
   <updated>2008-01-12T21:09:25Z</updated>
   
   <summary>Madrid é o centro geográfico da Peninsula Ibérica, e talvez seja hoje o seu centro criativo. Uma possivel explicação é a internacionalização e reconhecimento cultural do pais, mas não restam dúvidas que a capacidade de trabalho das novas gerações é...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Madrid é o centro geográfico da Peninsula Ibérica, e talvez seja hoje o seu centro criativo. Uma possivel explicação é a internacionalização e reconhecimento cultural do pais, mas não restam dúvidas que a capacidade de trabalho das novas gerações é o factor mais determinante para que a produção de arquitectura, cinema, moda, design ou qualquer outra arte esteja em ebulição, como podemos comprovar pelo trabalho dos NOLASTER -Carmina Casajuana, Beatriz G Casares, Marcos González, Pablo Oriol, Fernando Rodríguez, Arturo Romero. Um bom exemplo da nova movida criativa de Madrid.
<a href="www.nolaster.com">www.nolaster.com</a>

<img alt="NOLASTER.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/21/NOLASTER.jpg" width="600" height="368" />
casa OS]]>
      <![CDATA[<strong>A producção arquitectónica em Espanha está numa fase bastante criativa. Quais são os factores que acham que levaram a esta mudança nos últimos anos?</strong>
Acreditamos que o nível da arquitectura espanhola sempre foi elevado, com profissionais de grande reconhecimento internacional e obras que sempre despertaram interesse em arquitectos de outros paises. Não obstante, o momento actual pode ser explicado a partir do ponto de vista económico. O motor da Economia espanhola nos últimos anos têm sido a construção, com muito mais volume em comparação com o resto da Europa. Achamos que um possivel factor será a sobre-produção de arquitectura que gerou, obrigatoriamente algumas oportunidades para poder levar a cabo bons projectos, especiais e de grande qualidade.

<strong>Como enquadram o vosso trabalho dentro deste contexto?</strong>
Dentro da produção arquitectónica espanhola, somos uma milionésima parte, dentro da produção "criativa", uma milésima parte que procura o seu sitio dentro da centésima parte que consegue construir estes projectos.

<strong>A nova geração espanhola têm uma vasta experiência no estrangeiro, com todas as diferenças culturais que existem. Que ensinamentos trouxeram do exterior e como os converteram ao vosso contexto?</strong>
A nível projectual, a aprendizagem e experiência que tivemos no estrangeiro não parece estar relacionada com uma trasladação directa de modos ou processos de trabalho ao nosso âmbito local. Quando tens contacto com outros paises, te dás conta que os problemas e desafios dos arquitectos são os mesmos e cada vez mais se mostram de um modo mais uniforme. Esta itinerância pode entender-se como uma parte mais do nosso processo de formação, independentemente da localização onde ele se desenvolveu. 

<strong>Como descrevem o vosso processo de trabalho?</strong>
O nosso processo de trabalho é bastante heterógeneo e raramente repetimos esquemas. Cada ocasião traz os seus factores próprios, e prestamos atenção a particularidades de processo que nos ajudam a conseguir resultados. Gostamos de 
ter presente o destino do trabalho desde o inicio e saber quanto tempo nos vai ocupar, para assim medir as forças e os meios para obter o resultado desejado, que por vezes é dificil de valorar. deste modo, destinamos o máximo esforço aos aspectos com que nos sentimos mais satisfeitos e que nos pareçam mais interessantes. O número de pessoas, a composição das equipes e os meios necessários destinados a cada trabalho mudam dependnedo do projecto e responde a este principio de compensação.]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>SHARE Architects . graz</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/share_architects.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2007://1.16</id>
   
   <published>2007-09-21T10:39:06Z</published>
   <updated>2008-01-12T21:10:37Z</updated>
   
   <summary>Com a entrada de novos paises na União Europeia e a consequente ampliação das fronteiras para leste, Austria viu-se literalmente mergulhada no centro da nova Europa Comunitária, numa privilegiada posição de mediadora entre distintas realidades e necessidades. Confrontados com esta...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Com a entrada de novos paises na União Europeia e a consequente ampliação das fronteiras para leste, Austria viu-se literalmente mergulhada no centro da nova Europa Comunitária, numa privilegiada posição de mediadora entre distintas realidades e necessidades. Confrontados com esta dicotomia, o estudio composto por Silvia Forlati, Hannes Bürger e Thomas Lettner -SHARE architects- resume nos seus projectos esta postura de visão, partilha de ideias e processos de trabalho, sintetizando uma atitude positiva da nova geração de arquitectos austriacos que a colocou na vanguarda europeia.
<a href="www.share-arch.com">www.share-arch.com</a>

<img alt="SHARE.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/21/SHARE.jpg" width="600" height="368" />
sky filters concept 01]]>
      <![CDATA[<strong>Quem são os SHARE architects?</strong>
SHARE architects é um estudio operativo fundado em Vienna em 2003. Procuramos um foco de partilha de conhecimento, investigação e visão em contextos urbanos. "A realidade pode ser a referência, mas a visão é a chave". Nexte momento partilhamos o trabalho com 5 co-designers desenvolvendo projectos em habitação, propostas urbanas, projectos de investigação de iniciativa própria, interiores corporativos com prototipagem, etc. Somos frequentemente questionados sobre o significado do estudio e que tipo de trabalho fazemos. não queremos ser categorizados como especialistas em edificios públicos ou soluções infra-estruturais. Estamos intrigados pela ideia de ser universalistas, pensadores livres e acreditamos poder contribuir construtivamente e positivamente para cada tópico. Pensamos em conceitos, somos criadores de espaços e provedores de soluções - talvez até sejamos isso tudo. Cirurgiões do construido e do não construido.

<strong>Austria está actualmente no meio de uma revolução arquitectónica. Vários estudios estão a produzir trabalho contemporâneo e extremamente interessante, sendo exemplo em toda a Europa. como vêem isto a partir de dentro?</strong>
Existe actualemente um momentum criativo bastante grande. Uma série de estudios jovens conseguiram criar uma vibração positiva para a austria. Utilizamos este momentum e iniciamos com outras dez equipes austriacas a exposição itinerante Wonderland: uma exposição de 3 anos através da europa que incluiu 99 estudios de 9 paises diferentes. A nossa start up há três anos atrás e as outras start ups nos levaram a pensar sobre os processos de produção e execução nos ateliers actuais. Iniciamos uma investigação sobre os tópicos que somos confrontados nos primeiros anos, criando uma espécie de inquérito que publicamos regularmente na Wonderland Magazine. Uma revista para arquitectos sem imagens - apenas factos, dados, opiniões e experiências.  

<strong>Tradição ainda está bastante presente na Austria. Como lidam com isso? É uma presença positiva ou negativa?</strong>
Sem dúvida positiva - adoramos trabalhar em contextos diferenciados. O nosso background é Internacional pois nos sentimos Europeus. No estudio trabalhamos num sistema base em Inglês e desenvolvemos projectos com co-designers de outros paises - Espanha, Dinamarca, Reino Unido, Alemanha… neste momento temos algo em construção em Veneza, onde também existe um grande peso da tradição, mas já nos habituamos a misturar e apreciar as diferenças mesmo com os inevitáveis desentendimentos. A tradição molda os lugares, as pessoas, criando a tão necessária identidade. 
<strong>
O vosso trabalho é simultaneamente pragmático e inovador. Pensam que estes dois conceitos definem o vosso modo de pensar e desenhar?</strong>
Pensar no projecto é pensar em vida. O modo como trabalhamos e vivemos cria o nosso próprio campo de actividades. O espaço de trabalho, a casa onde vivemos e até as pessoas com quem desenvolvemos os projectos fazem parte deste pequeno universo. Existe uma pequena diferença entre laboral e pós-laboral. Pensamos em design como um estilo de vida, mas não num sentido wallpaper, mais como entendimento de uma organização material e virtual…parece meio estranho, não?

<strong>O conceito SHARE é comum ao modo de trabalhar de vários arquitectos jovens. Pensam que é o melhor modo de chegar a qualquer lado? De ser ouvido?</strong>
SHARE é um programa, um processo. E isso foi mais uma razão para dar este nome ao nosso estudio. E sim, sem dúvida que estamos a conseguir ir a qualquer lado. não há um único projecto que não tenha sido feito com base em cooperação, parceria, consultadoria. Gostamos de trabalhar tanto com artistas como com orçamentistas, para enumerar todos o leque. Queremos trabalhar não com a rede, mas dentro da rede, num constante dar e receber a todos os níveis. Tudo isto se reflecte em toda a produção do atelier se situar num nivel de qualidade cada vez mais alto.]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>Cross References</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/cross_references.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2007://1.15</id>
   
   <published>2007-09-07T15:58:45Z</published>
   <updated>2007-09-21T10:36:10Z</updated>
   
   <summary> 1. I’m not a person that usually do puzzles or other logic games. I found it boring. To spent my free time looking at small pieces, grids or other board game stuff is not my idea of fun, but...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="ORIS Magazine" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[<img alt="montornes.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/09/07/Actar/montornes.jpg" width="600" height="300" />

1.
I’m not a person that usually do puzzles or other logic games. I found it boring. To spent my free time looking at small pieces, grids or other board game stuff is not my idea of fun, but there are some things that have the ability to fascinate me because of the insinuated grammars or the infinite combination potencial structure of these games. Tilling, Number and Word puzzles. These magical games that occupy our time while evaluating our knowledge of general and specific culture.
We can find different species of puzzles and games: ancient or recent, original or clones, analogic and digital. Games of skill, strategy, chance or mixed type. Solitary or group games. Board, cards, pen and paper, etc. Several different types that can suit every single necessity or condition. Some are well know and some are restricted, transforming their players into some kind of card and board fanatics.
I’m particularly interested in three types of puzzle games. Jigsaw Puzzles, Su Do Ku and Crosswords. Why? Because these are the most known puzzle games in the world. Widely sold and daily published in newspapers and magazines across the entire world, they have fans everywhere. Games that distract us while commuting between home and work place, or the countless hours in a waiting in a doctor's office looking at ¡Hola! magazine. Simple, basic games, with clear and precise rules that have the ability to complexify their contents. A clear case where the sum of the simplicity of the pieces is inferior to the global linked and cross-referenced result.]]>
      A jigsaw puzzle is a tiling game that assembles numerous small strangely shaped pieces. Each one of these pieces have a small part of a picture that interconnect with others, producing a complete image.
Su Do Ku was invented around 1892 by an american architect. This is a simple numeric puzzle with basic rules to attend. Nonetheless, some logical reasoning is necessary to reach the final solution. Usually designed as 9x9 grid, is composed of 3x3 subgrids called “regions” or “quadrants”. The final goal is to fill the empty cells, with a number in each one so that each column, row and region contains the numerals from 1 to 9 only once. Each of this numbers appears only once in each of the “directions”, thus the “single numbers” implicit in its japanese name.
The Crossword is nowadays the most common variety of word puzzle in the world. Created around 1913, the first puzzles appeared in The New York World, a newspaper property of the Pulitzer family. It’s a matrix of black and white squares filled with letters that give answer to clues, configurating words or phrases that can be read down or across, depending on the style of puzzle and country of publication.
2.
What’s the difference between these three puzzles, one might ask? I’m using these images to bridge a concept presented in the Metapolis dictionary under the definition of Disposition, that suits the Pau Picasso Square and sintethize the modus operandi of ACTAR Arquitectura. They are both classed in the third kind, the Crossword. Not denying the potencial of the image as common sense say that it is worth a thousand words, the tilling puzzles have limited capacity to incorporate personal creativity on it. Numbers have a different power. Although a draconian rigor exists, they can be augmented, geometrically shaped, divided in fractions or extended until the unkown, but they can’t match the unlimited array of concepts with the potencial to shape ideas when different letters come together. Letters and Words are able to create worlds of fantasy and reality. 
The Jigsaw puzzle is the Classical Order of Composition. Every piece of the puzzle as a right place to be as we can’t have a misplaced piece. This rigid and static location is the only possibility of their existence, unable to adapt to new realities. The Su Do Ku is the modernist vision of the world. “Suuji wa dokushin ni kagiru&quot; or &quot;the numbers must only occur once&quot; is a minimal and simple way to relate different identities, where every fragment is in their distributed location but not related to each other, as all the public places designed in the 90’s under the concept of the Olimpic Barcelona.
The Crosswords relate to an advanced order of Disposition as dynamic articulator of possibilities. This is a reference to ACTAR Arquitectura field of investigation, continuously rearranging variable elements to generate systems. Open systems as Operative systems. Open language and transformation rules that permit this open minded idea of a new informal order on the contemporary society, fitting together personal and general differences. Global and local. Old and young. Man and woman. Rich and poor. A never ending array of possibilities mirrored in the Pau Picasso Square, where a lineup of creative authors/actors can cooperate, socialize, interact in relation with the other. A matrix of concepts that cross-reference constantly, allowing for diversity to act as design generator. Hypertext or Hypersituations as catalysts of change and the puzzle as a multiple combination of diverse qualities. 
The Pau Picasso Square is like a Crossword grid. A vertical sequence of strips define tipological spaces ranging from the Romantic Boulevard, Woods, Central Avenue, Public Square and Border Street preparing the setting where the events will take place. The horizontal array is a composition of puzzle clues that serve as a guides in the understanding of the potential of the place. The Craters, Beach, Games, Culture and Terrace are multidevices of communal activities in single or group mode. Multivalent, multifunctional and specially multipurpose items working as latent indicators of actions that can occur in the colective space, formerly known as public space. 
In opposition to previous aesthetic references of monumental public space -overdesigned and hostile to human activities- we are now facing a paradigm shift. An operative system of ecletic possibilities like Crosswords reflect crossed lifes in this set of hypermutable events over a multigenerational and multirelational space of diverse scales. Different readings under different circumstances result in a fresh looks into the project. The overall reading of this broad assemblage of tipologies and clues turns this colective space into an Hypercontext situation. A network of individual activities linked by the principle of hypertext, where the domestic scale is merged with the city and reverse, jumping continuosly from one event to the other.
Public elements are dispositioned in a space of logical design -logical as reasoned, objective, systematic- indicating what are the possibilities to be inserted in that particular point. What activities were first thought for there. How to follow the clue left in the stage of activities. And most important, the oportunities for future actions, either single or multiple. Benchs can be simultaniously places to rest and skate ramps, suitable for older and young people. Rails also double as skate park and space boundary. The beach is a pool to watch and to play, or to sunbath in the wooden deck. The music portico can stage popular music or any irreverent teenager rock band, with only a couple friends watching or the entire neighborhood. The sun shading is a plus as background. Wooden toys are displaced in space as if moved by the kids while playing. This multilayered urban park is a true representation of the people’s necesities, where they find space for their personal interests. An old man can sit and talk with his peers. Two young lovers can hide behind the trees while skaters ride everywhere. A group of young children play and a family is walking the dog around. This is a place to go with all family, finding specific places for everyone. A good place to spend our free time…
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>arqMOB . lisboa</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/02/arqmob.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2007://1.13</id>
   
   <published>2007-02-26T14:33:03Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:08:16Z</updated>
   
   <summary>Pragmatismo é uma das recentes aquisições conceptuais da arquitectura portuguesa. O elevado número de jovens arquitectos com aventuras profissionais pelo estrangeiro e o cada vez maior acesso e partilha de informação, tanto genérica como especifica da arquitectura e design, conseguem...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Pragmatismo é uma das recentes aquisições conceptuais da arquitectura portuguesa. O elevado número de jovens arquitectos com aventuras profissionais pelo estrangeiro e o cada vez maior acesso e partilha de informação, tanto genérica como especifica da arquitectura e design, conseguem trazer novos olhares que vêm questionar a realidade como a conhecemos. É neste sentido que se organizam colectivos como os arqMOB - Andreia Salavessa, Raquel Capelo, Nuno Carvalho e Tiago Mota Saraiva- que procuram na sua actividade diáría a integração transversal de saberes adquiridos nas suas curtas mas extremamente ricas experiências profissionais. <a href="http://www.arqmob.com">www.arqmob.com</a>

<img alt="arqmob.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/02/26/arqmob.jpg" width="600" height="368" />
Estrutura de Sombreamento, Sacavém

]]>
      <![CDATA[<strong>Quem é a arqmob? </strong>
A arqmob é uma plataforma de desenvolvimento de projectos, nas áreas da Arquitectura, Design e Urbanismo, constituída por uma equipa multidisciplinar que tem, ao longo dos anos, vindo a desenvolver diversos trabalhos em parceria. A arqmob pretende ser um espaço de aperfeiçoamento de ideias e de soluções criativas num contexto pluridisciplinar.
Gostamos e queremos incentivar as ligações entre a arquitectura (prática disciplinar a que estamos mais ligados) e outros campos do saber, estabelecendo frequentemente parcerias, das quais o projecto para a exposição comemorativa do “30º Aniversário da Constituição da República Portuguesa” é um bom exemplo.

<strong>A vossa aproximação ao projecto é bastante pragmática. Esta postura tem lugar numa visão mais "poética" da arquitectura, como é feita em Portugal?</strong>
O contexto do país, por si só, exige soluções pragmáticas. Não queremos que a arquitectura seja vista como um bem de luxo, ou exclusiva de uma elite económica. Aquilo que temos para oferecer aos nossos clientes, é a resolução das questões específicas que nos são levantadas e não um rol de contas a pagar. Por outro lado, a questão sobre o que é a “arquitectura portuguesa” interessa-nos bastante. Aquilo que se entende chamar como “arquitectura portuguesa”, tem sido um dos bens que o nosso país tem repetidamente procurado exportar ao longo da última década. Essa noção, está alicerçado nas carreiras pessoais de excelentes arquitectos portugueses que, com poucos apoios dentro do país, construíram sólidas carreiras profissionais, tanto a nível nacional como internacional. Com o fenómeno já consolidado, a crítica, institucionalizou-o, esquecendo e ostracizando tudo o que circulava à margem. Em nosso entender, o papel histórico das novas gerações, é o de ciclicamente combater estas noções estereotipadas e que procuram arregimentar o acto criativo de projectar.

<strong>Tiveram agora um prémio internacional, em França. Que dificuldades encontram no apoio das nossas instituições às equipes jovens, que fazem o futuro da arquitectura portuguesa?</strong>
A maior dificuldade é tida no próprio meio.  Um atelier jovem é encarado com desconfiança, veja-se o exemplo do que sucede com os concursos públicos. Actualmente quase todos os edifícios públicos que são submetidos a concurso (que já de si, são poucos), são-no sob a forma de concurso limitado ou prévia qualificação, sendo que a priori se elimina quem não tem os 10/15 anos de pratica profissional. Será essa uma forma de assegurar qualidade?
Veja-se o caso de Lisboa, na qual estamos sediados. São anunciados imensos projectos novos, arquitectos internacionais e nacionais famosos para os realizar e julgamos que há mais de quinze anos que não é lançado, um concurso público aberto para o projecto de um edifício. Ao contrário das anteriores gerações, em que Siza, Souto Moura ou Gonçalo Byrne foram conseguindo fazer os seus primeiros trabalhos a partir de premiações, a nossa geração é praticamente impedida de o fazer e de participar, no caso de Lisboa, na construção da sua cidade. Por outro lado, começa-se a constituir o formato dos “concursos de ideias que não vão dar em nada”. Esses concursos, sobrelotados, e com prémios cada vez mais baixos, são os “concursos para jovens”. Assim, aos ateliers de jovens arquitectos, só nos resta a opção de concorrermos no estrangeiro. Um projecto com cem mil metros quadrados, como o do Tribunal de Grande Instância de Paris, em Portugal, nunca seria submetido a um concurso público aberto. 

<strong>Num panorama mais alargado, numa Europa comunitária com livre circulação de pessoas, bens e serviços, como enquadram a vossa produção e a produção de outros colegas, ou "cúmplices" da inovação na arquitectura nacional?</strong>
Com muita curiosidade. Portugal, ainda é um país com uma visão periférica. Ainda tendemos a importar tudo o que é mau, que nos é vendido como “desenvolvimento” e, apesar de tudo, a ficar indiferentes e desaproveitar as qualidades e recursos que possuímos. Fenómenos recentes, desde a Internet até às viagens “low cost”, permitem uma maior informação e conhecimento de outros meios e ajudam a reverter esta tendência.
Nesse sentido, através do nosso site, que tem o formato de um blog, temos vindo a tentar utilizá-lo como um veículo de informação de novas realidades, produzidas por arquitectos espalhados pelo mundo, a par do raio-x da nossa actividade enquanto atelier de arquitectura. Contudo o enquadramento e a apreciação crítica, sobre o que nós e os nossos “cúmplices” estamos a fazer, ficará sempre para outros. Seja para os críticos, quando nos institucionalizarem, seja para as novas gerações, quando nos criticarem.
]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>nbAA Nadir Bonaccorso . lisboa</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/02/nbaa_nadir_bonaccorso.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2007://1.12</id>
   
   <published>2007-02-15T11:46:09Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:06:33Z</updated>
   
   <summary>Portugal exerceu nos últimos vinte anos um estranho fascinio para os arquitectos de todo o mundo. O peso de uma arquitectura com forte identidade serviu de cartão de visita e atraindo bastantes estudantes e profissionais estrangeiros que se radicaram neste...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Portugal exerceu nos últimos vinte anos um estranho fascinio para os arquitectos de todo o mundo. O peso de uma arquitectura com forte identidade serviu de cartão de visita e atraindo bastantes estudantes e profissionais estrangeiros que se radicaram neste cantinho da Europa. É assim que surge nbAA, atelier do arquitecto italiano Nadir Bonaccorso. Um espaço onde a investigação sobre temas de sustentabilidade e a inovação arquitectónica fazem parte da rotina do atelier, modelando e consolidando "uma visão, um sonho que tem vindo a crescer,  alimentado, ao longo de 9 anos, através da partilha de entusiasmos, experiências e trabalho". <a href="http://www.nbaa.pt">www.nbaa.pt</a>

<img alt="nbaa.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2007/02/15/nbaa.jpg" width="600" height="368" />
jip_ jardim de infância popular, cacém (nadir bonaccorso + sónia silva)]]>
      <![CDATA[<strong>O vosso trabalho foca constantemente o tema da sustentabilidade e energias renováveis. Qual a importância deste tipo de temas para a Arquitectura contemporânea, e principalmente para o vosso trabalho?</strong>
O que pergunto é se haverá outro caminho...Acredito que a profissão do arquitecto encarada apenas como “artista do espaço e da luz” numa evolução desejável da nossa sociedade está destinada a desaparecer. Percorrendo 5000 anos de história da humanidade poder-se-ía dizer que a arquitectura e a construção até à revolução industrial  foi sempre sustentável, era uma necessidade, não existindo outra forma de resolver o problema do conforto senão através da “arte de construir”. A grande aceleração no desenvolvimento nos últimos séculos trouxe além de tudo energia, para a iluminação e para o conforto térmico  na construção. Afastamo-nos assim, num processo normal de crescimento, da arte de construir esquecendo a experiência acumulada,  entregando a responsabilidade do nosso  conforto aos meios artificiais. A partir das primeiras crises energéticas começamos a ter consciência que a energia que utilizamos nem sempre tem efeitos neutros no meio ambiente e alguma destas energias em curto ou medio prazo esgotar-se-á. Alargando este raciocínio às desigualdades sociais, barreiras físicas ou sociológicas, à necessidade de racionalização de recursos (desde a água ao dinheiro), não me parece, hoje em dia possível, vivermos e trabalharmos divorciados desta realidade.
Assim, a construção de um “habitat humano”, sustentável, é uma responsabilidade  que escolhemos assumir em todo o nosso trabalho. Reconheço que esta não é, infelizmente e ainda, uma questão totalmente pertinente e partilhada por todos, em particular pelos que decidem. Mas há sinais que nos permitem pensar que algo está a mudar.
<strong>
Nesta Europa da mobilidade profissional, quais as vantagens e dificuldades que encontram em ser arquitectos num pais estrangeiro?</strong>
As experiências acumuladas de mobilidade tendem a relativizar os problemas e a dar valor à diversidade. Neste aspecto o tema da globalização não pode ser entendido como um factor negativo mas como um catalizador de partilhas rumo a uma sociedade de conhecimento e de intervenção activa e responsável. No âmbito da arquitectura, ressalvando os aspectos de acesso condicionado por razões de língua, nacionalidade ou até de contactos sociais, creio que o nível de dificuldade não é substancialmente diferente entre locais e estrangeiros. Por mais absurdo que possa parecer, acredito que a arquitectura progride com o crescimento proporcionado pelo caminho individual percorrido. A mobilidade é uma fonte de riqueza.
<strong>
A organização da Exposição Arquitectos Italianos em Portugal veio confirmar que somos um destino preferencial para viverem e trabalharem. Quais as diferenças entre a situação actual dos Jovens Arquitectos entre Itália e Portugal?</strong>
Recentemente, organizámos, junto com a OA-SRS, uma exposição de jovens arquitectos portugueses premiados intitulada “êxito e ilusão” que complementava uma exposição italiana itinerante também de jovens arquitectos, onde no debate de encerramento o Arquitecto Luigi Centola, reconhecido internacionalmente pelo seu trabalho em prol da arquitectura sustentável (Holchim Awards for sustainable architecture, medalha de prata), nos ilustrava a realidade italiana, em tudo semelhante à nossa própria realidade. Não sei hoje se Portugal é um destino mais ou menos atraente, o que sei é que a arquitectura como percurso de vida, requer um lugar, uma base, um porto de reflexão seguro, como a mim me foi transmitido, num determinado momento, por alguém próximo. No entanto, partilho que a dedicação de muitos arquitectos portugueses têm projectado internacionalmente  uma noção de micro-clima muto cativante que eventualmente atrai ou atraiu muitos jovens de diferentes origens.]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>Embaixada . lisboa</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/embaixada.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2006://1.10</id>
   
   <published>2006-11-25T14:39:33Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:05:23Z</updated>
   
   <summary>Arquitectura de Autor é a principal ideia que nos passam durante os anos de formação académica da profissão. O modo de pensar e trabalhar é conduzido e moldado no sentido de uma individualização de pensamento e trabalho que quando confrontado...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Arquitectura de Autor é a principal ideia que nos passam durante os anos de formação académica da profissão. O modo de pensar e trabalhar é conduzido e moldado no sentido de uma individualização de pensamento e trabalho que quando confrontado com a realidade dura da profissão se mostra pouco eficaz. É contra esta rotina de isolamento criativo que encontramos os EMBAIXADA, atelier composto por sete arquitectos -Albuquerque Goinhas, Augusto Marcelino, Cristina Mendonça, Luís Baptista, Nuno Griff, Pedro Patrício e Sofia Antunes- e cujo "trabalho é sempre desenvolvido como um protótipo, atendendo às condições programáticas de cada projecto e à identidade de cada cliente", tornando-se numa "expressão física de um colectivo de pessoas e de ideias na procura da excelência". <a href="http://www.embaixada.net">www.embaixada.net</a>

<img alt="embaixada.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/25/embaixada.jpg" width="600" height="368" />
Incubadora de Empresas MADAN PARQUE, Concurso]]>
      <![CDATA[<strong>Porquê EMBAIXADA?</strong>
Por duas razões, uma de ordem prática outra simbólica. Por sermos uma equipa constituída por 7 elementos com ideias e pensamentos distintos mas objectivos comuns, procurámos um nome abstracto que nos representasse enquanto colectivo. A segunda razão está relacionada com o momento preciso em que estabelecemos atelier, após a conclusão da licenciatura. Não nos sentindo representados, procurámos criar um espaço de imunidade e auto representação. EMBAIXADA enquanto expressão simbólica de uma entidade representativa de um colectivo de pessoas e de ideias na procura da excelência.

<strong>Vocês são 7 sócios. Como conseguem gerir a criatividade e responsabilidade de projecto?</strong>
É princípio fundador da EMBAIXADA o assumir do risco e desafio inerentes ao facto de sermos vários e ao factor de instabilidade/equilíbrio que a discussão de ideias gera, mas é precisamente na confrontação e debate permanente que reside o nosso principal motor. Enquanto atelier que recusa qualquer tipo de especialização, assentamos os nossos princípios numa estrutura colectiva de hierarquia dinâmica em regime de co-autoria/responsabilidade que alia a liberdade individual a uma continuada reflexão e discussão crítica, originando um forte potencial criativo e uma ampla capacidade de resposta e adaptação às múltiplas questões do âmbito de actuação da arquitectura. Ultimamente temos sido muitas vezes questionados sobre este tema, suscitando grande interesse a forma de gestão de uma equipa extensa e variada como a nossa… Procuramos promover a individualidade e capacidade próprias de cada um dos elementos da equipa, desencadeando abordagens e pontos de vista distintos que tentamos trazer à discussão no atelier de forma a alcançar os melhores resultados. Com o acumular de tempo e experiência acabámos por desenvolver uma natural capacidade para trabalhar em equipa, parecendo-nos ser uma eficaz opção de sobrevivência no contexto actual.

<strong>Ou a confrontação de ideias faz parte do processo de trabalho?</strong>
Absolutamente. Só assim faria sentido e é precisamente aí que se centra a nossa procura diária. Dessa forma tentamos levar e testar ao limite o desenvolvimento de um projecto. Todo o trabalho resulta desse confronto, da discussão entre os elementos da equipa. Trabalhamos juntos como uma equipa, e o produto final chama-se EMBAIXADA.

<strong>Qual o método ideal para conjugar tantos pontos de vista distintos?</strong>
Na realidade não existe uma regra ou fórmula ideal. Parte-se para um novo projecto com a experiência acumulada e com a certeza de que se aprende sempre alguma coisa. Na discussão de um trabalho surgem pontos de vista e abordagens distintas, que muitas vezes se complementam, outras vezes persegue-se uma ideia que prevalece como sendo a com maior potencial de ser desenvolvida. Trabalha-se a partir daí, focados na concretização de um objectivo comum. ]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>BIG Bjarke Ingels Group . copenhaga</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/big_bjarke_ingels_group.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2006://1.9</id>
   
   <published>2006-11-25T14:31:03Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:04:56Z</updated>
   
   <summary>I+D é um conceito normalmente afastado da prática arquitectónica corrente, onde a necessidade de resposta imediata a condicionantes técnicas e programáticas se sobrepõe à vontade de experimentação criativa. Soluções banais dividem o espaço das cidades modernas com as poucas infiltrações...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[I+D é um conceito normalmente afastado da prática arquitectónica corrente, onde a necessidade de resposta imediata a condicionantes técnicas e programáticas se sobrepõe à vontade de experimentação criativa. Soluções banais dividem o espaço das cidades modernas com as poucas infiltrações inovadoras que conseguem atingir o status de obra construida. E contra esta corrente que encontramos em Copenhaga os BIG -Bjarke Ingels Group- um grupo com cerca de 50 arquitectos, designers, construtores e pensadores que operam nos campos da arquitectura, urbanismo, investigação e desenvolvimento, propondo soluções simultaneamente pragmáticas e utópicas. <a href="http://www.big.dk">www.big.dk</a>

<img alt="big.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/25/big.jpg" width="600" height="368" />
REN People's Building Shanghai [BIG em colaboração com JDS]]]>
      <![CDATA[<strong>O vosso atelier começou acidentalmente na Dinamarca. Como vês isso hoje em dia, olhando para trás?</strong>
Quando voltei da Holanda (onde trabalhei com os OMA no projecto para a Biblioteca de Seattle) não estava á espera de muita coisa da arquitectura na Dinamarca. Na altura, a Dinamarca era mais conhecida pelo ambiente de Cinema Independente do movimento dogma e de Lars Von Triers. No entanto onde nada existe tudo é possível! Parecia que todo o mundo estava louco para que acontecesse algo novo, e de certo modo, conseguimos que isso fosse possível. Nos últimos cinco anos Copenhaga transformou-se num laboratório de novas formas urbanas. Numa série de projectos testamos os efeitos de escala e o equilíbrio entre as misturas programáticas nos tecidos sociais, económicos e ecológicos. Como nos velhos alquimistas, criamos arquitectura pela mistura de ingredientes convencionais como habitar, ócio, trabalho, estacionamento e comércio. Cada local é testado numa experiência própria de pragmatismo utópico. No final, acho que escolhi a Dinamarca (na realidade, nasci e cresci em Copenhaga, portanto penso que de certo modo a Dinamarca me escolheu primeiro!) pelas suas qualidades de cinema, mas acabamos por ter êxito devido á falta de qualidade na arquitectura.

<strong>A "pragmatopia" dos vossos projectos parece ter uma forte influência holandesa. A mistura entre escala, programa, criticismo, etc. dá aos projectos uma nova personalidade. Como conseguem fazer essa gestão?</strong>
Historicamente a arquitectura na Dinamarca (e na maior parte do mundo) foi dominada por dois opostos extremos. Por um lado um Avant-Garde cheio de ideias extremas. Historicamente, o campo da arquitectura foi dominado por duas visões opostas. Por um lado uma postura Avant-Garde de ideias loucas. Originárias da filosofia, misticismo ou fascinação do potencial formal das visualizações digitais tornam-se frequentemente afastadas da realidade que acabam por tornar-se apenas curiosidades excêntricas. Por outro lado, estão os bem organizados grupos corporativos que constroem -previsíveis e aborrecidas- caixas. Arquitectura parece estar barricada entre estas duas frentes igualmente inférteis: utopicamente naives ou pragmaticamente petrificantes. Acreditamos que á uma terceira via, cunhada na terra de ninguém entre estas visões opostas. Ou na pequena mas fértil sobreposição entre as duas. Uma arquitectura pragmaticamente utópica que têm como objectivo prático a criação de lugares perfeitos, quer socialmente, economicamente e ambientalmente. Ao procurar atingir esta fértil sobreposição, os arquitectos encontram a liberdade de mudar a superfície do nosso planeta de modo a melhor adaptar o modo como queremos viver. Escolhendo entre eles estamos condenados a um martírio frustrado ou uma afirmação apática. Nos BIG procuramos investir na sobreposição entre radical e real, não em termos de soluções universais para problemas genéricos, mas como a criação de intervenções especificas em áreas operativas restritas. Na realidade pragmatismo e utopia não são opostos, mas o primeiro é um pré-requisito para conseguir atingir o último.

<strong>Na Bienal de Veneza apresentaram o projecto "Too Perfect - Rebranding Denmark". Um estudo estratégico sobre o futuro da Dinamarca. É possível ter uma "Factura Energética Zero" ou ser o "Porto da Nova Europa"?</strong>
O Porto da Nova Europa está cada vez mais perto de se tornar realidade pois a Dinamarca e a Alemanha decidiram avançar com a construção de uma ponte. Devido á sua escala, isto implica a colaboração de 12 municípios e dois governos nacionais, além de várias companhias multinacionais. Este projecto acabou por tornar-se um grande desafio. Quanto à Factura Energética Zero, estive os dois últimos anos a fazer Lobby de modo a conseguir que um grupo de clientes se junta-se ao nosso projecto chamado "Little DK" onde procuramos criar um duplo eco-sistema -económico e ecológico- ao desenhar sinergias entre grupos de usos complementares. Estamos agora a entrar na fase final de desenvolvimento onde parece ser possível realizar-se cerca de 100.000m2 de projecto como Tubo de Ensaio. Passamos de uma especulação utópica a uma realização pragmática em menos de três anos.

<strong>A apresentação do projecto "The Battery", um complexo que inclui a primeira mesquita a ser construída na Dinamarca" foi bastante oportuna. Foi uma decisão política ou apenas uma coincidência?</strong>
Acho que devíamos dizer uma trágica coincidência. Já estávamos a trabalhar no projecto fazia algum tempo quando os cartoons de Jyllandsposten desencadearam todos os motins no mundo islâmico. Cerca de duas semanas antes da apresentação prevista, o Médio Oriente explodiu repentinamente e a Dinamarca viu-se no centro de um conflito cultural e religioso global. A dada altura parecia que tínhamos feito um projecto que podia salvar o mundo -ou pelo menos a reputação da Dinamarca como uma nação liberal e culturalmente tolerante. De qualquer modo, tornou o projecto extremamente relevante e necessário para Copenhaga, e conseguimos apresentar o primeiro projecto dos BIG na CNN.]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>Balthazar Aroso . porto</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/balthazar_aroso.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2006://1.8</id>
   
   <published>2006-11-25T14:25:58Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:04:17Z</updated>
   
   <summary>Uma das principais premissas da arquitectura assenta na sua tradicional estabilidade, resultado da materialidade necessária para a sua construção. No entanto, a transversalidade presente na sociedade contemporânea obriga a constantes reformulações, empurrando os arquitectos para novas áreas de intervenção comuns...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[Uma das principais premissas da arquitectura assenta na sua tradicional estabilidade, resultado da materialidade necessária para a sua construção. No entanto, a transversalidade presente na sociedade contemporânea obriga a constantes reformulações, empurrando os arquitectos para novas áreas de intervenção comuns a várias disciplinas do saber. É o caso de Balthazar Aroso Arquitectos, um atelier que entende que "a prática da arquitectura não é um universo estanque, mas sim um sistema aberto às mais variadas influências" consolidando trocas constantes e reinterpretando fronteiras entre diferentes disciplinas. <a href="http://www.balthazar-aroso.com">www.balthazar-aroso.com
</a>
<img alt="balthazar.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/25/balthazar.jpg" width="600" height="368" />
Biblioteca Ideal para o Século 21 em Cork
]]>
      <![CDATA[<strong>Quem é Balthazar Aroso?</strong>
Somos um ateliê sedeado no Porto, que tem como premissa principal o desenvolvimento de projectos no âmbito de formulações e reflexões experimentais. Consideramos que a estabilidade tradicional associada à materialidade tem vindo a ser posta em causa pela convergência entre Arquitectura e outras disciplinas. Com estudos em diversas áreas pretendemos abrir novos caminhos para a exploração tangível da virtualidade que, no futuro, nos possibilitem formular novas estratégias para lidar, criativamente e cientificamente, com a indeterminação que caracteriza as dinâmicas complexas do mundo contemporâneo.

<strong>Os teus projectos mostram claramente influências de outras disciplinas tanto artísticas como cientificas. Quais as dificuldades de projectar assim em Portugal?</strong>
Conceptualmente as dificuldades são as mesmas em projectar, quer em Portugal, quer noutro país. Se nos assumimos como criadores por natureza e insatisfeitos por vocação, a condição é a mesma, independentemente do lugar em que nos encontramos. No entanto, na prática, a única dificuldade com que nos deparamos quando estamos a projectar para Portugal é, essencialmente, o factor cultural.

<strong>Falas de factor cultural como uma grande dificuldade. É isso que impede a inovação na arquitectura nacional?</strong>
Falo do factor cultural como elemento que define um país. A inovação implica necessariamente um novo ponto de vista, que por si só, implica algo de diferente, e em Portugal, têm-se medo de ser diferente. Existe uma constante procura da estabilidade colectiva uma voz comum. Este medo da diferença está profundamente enraizado na cultura nacional. Portugal como diz José Gil, tem "Medo de Existir".

<strong>Diagramas de fluxos, Organização não-sequencial, etc. são termos habituais de uma nova leitura da profissão. No entanto a nossa geração ainda foi educada segundo os modos clássicos de fazer arquitectura. Achas que este confronto entre o "bem" e o "mal" são positivos para o processo de projecto?</strong>
Sem dúvida. A partir do momento em que abordamos o projecto, sem qualquer tipo de preconceitos, estas duas atitudes são confrontadas e, deste confronto, nasce uma terceira, a proposta, que no nosso entender é a melhor solução para o problema. Não achamos que exista uma só maneira de fazer arquitectura, mas sim várias. A curva não é melhor do que a recta. Tudo depende da estratégia.

<strong>Multidisciplinaridade vs Auto-referencial. Achas que estamos perante uma mudança de paradigmas arquitectónicos?</strong>
A mudança é constante e inevitável, a prática da arquitectura não é um universo estanque, mas sim um sistema aberto às mais variadas influências, das mais diversas áreas. Podemos ir buscar influências a outras disciplinas e reequacionar todas as premissas que estas nos apresentam; ir a outros campos do conhecimento e tentar compreender os métodos, raciocínios, conceitos, teorias e reinterpretá-los à luz da nossa disciplina, possibilitando, assim, novos pontos de vista sobre determinados temas. Entendemos que as fronteiras entre as ciências naturais, as ciências humanas, as humanidades e as artes estão cada vez mais esbatidas e, assim, os limites da arquitectura podem expandir-se para novos domínios, possibilitando acesso a novas áreas de investigação da prática arquitectónica. É neste sentido que falamos de uma multidisciplinaridade na prática de arquitectura e que não acreditamos numa disciplina auto-referencial.]]>
   </content>
</entry>
<entry>
   <title>LAR / Fernando Romero . cidade do méxico</title>
   <link rel="alternate" type="text/html" href="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/teste.html" />
   <id>tag:novasexpressoes.sa-arquitectos.com,2006://1.7</id>
   
   <published>2006-11-25T12:23:32Z</published>
   <updated>2007-09-21T11:03:57Z</updated>
   
   <summary>A complexidade do mundo contemporâneo não consegue ser entendida nem apropriada com um olhar especifico de qualquer profissão. No entanto, a especificidade da arquitectura como criadora de palcos de acontecimentos e a capacidade de gestão dos mais variados conhecimentos a...</summary>
   <author>
      <name></name>
      
   </author>
         <category term="Novas Expressões" scheme="http://www.sixapart.com/ns/types#category" />
   
   
   <content type="html" xml:lang="en" xml:base="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/">
      <![CDATA[A complexidade do mundo contemporâneo não consegue ser entendida nem apropriada com um olhar especifico de qualquer profissão. No entanto, a especificidade da arquitectura como criadora de palcos de acontecimentos e a capacidade de gestão dos mais variados conhecimentos a tornam num dos campos onde é possivel investigar esta escala global. Fernado Romero é um dos autores mais influentes desta atitude mais investigativa da profissão, procurando cruzar continuamente experiências entre os mais variados campos de conhecimento em busca de resultados mais transversais e abragentes. <a href="http://www.laboratoryofarchitecture.com">www.laboratoryofarchitecture.com</a>

<img alt="romero.jpg" src="http://novasexpressoes.sa-arquitectos.com/2006/11/25/romero.jpg" width="600" height="368" />
Villa S
]]>
      <![CDATA[<strong>No teu livro <em>Translation</em>, falas que o teu projecto de graduação se inspirou na obra de Fernando Pessoa. Que mais te interessou nas sua obra?</strong>
Fernando Pessoa foi um esquizofrénico um pouco estranho. Me interessou a sua personalidade capaz de se transformar em personagens às que vai dando vida no seu oficio literário. A fragmentação na sua obra pareceu-me ter qualidades que se poderiam investigar em arquitectura. Um dia descubri que Pessoa quis ir viver em Cascais, e que se descobriu depois da sua morte que tinha concorrido a uma vaga que apareceu na biblioteca Municipal. Incrivelmente não foi aceite. O meu projecto de graduação consistiu em desenhar uma casa para Pessoa partindo do principio que chegaria a Cascais para viver o fim da sua vida. A casa estava composta por quantro espaços como tradução metafórica da sua estrutura literária.

<strong>No teu estudio produzem diversos tipos de trabalho. Projecto, Investigação, Publicações, etc. Como vês essa multiplicidade de aproximações à arquitectura?</strong>
Talvez como resultado das várias velocidades locais. Nos interessa a investigação tanto como o projecto. Acreditamos que ela nos pode aproximar a um melhor entendimento do que a arquitectura deve traduzir. Agora estamos na etapa final de um livro sobre a fronteira entre México e EUA, considerada a mais activa do planeta com cerca de 300 000 000 passagens registadas anualmente. A nossa própria situação está definida em grande parte pelas distâncias e proximidades. Na vida diária do estudio estas duas áreas são completamente independentes, funcionando de maneira distinta. Uma persegue a informação que será traduzida em conteúdos, e por outro lado a parte de projecto traduz programas que serão interpretados en estruturas.

<strong>A tua investigação sobre a cidade do México condensou informação analitica sobre esta mega metropole. O retrato conseguido é um exemplo do futuro dos aglomerados urbanos ou temos alternativas?</strong>
A Cidade do México é o melhor exemplo de que o planeamento nos paises em vias de desenvolvimento se limita a simples correções ao sistema. A Cidade do México é um dos laboratórios urbanos mais complexos do planeta. 19 000 000 vivem aqui, e mais de metade delas sob uma economia informal -sem contribuição fiscal- e com os índices de violência mais altos da América Latina. A qualidade do ar é a pior de qualquer cidade da terra, mas com uma incalculável riqueza cultural e social…nos interessa estar aqui…mas não paenas aqui. Começamos agora a operar também desde Los Angeles, uma cidade com uma crescente presença latina e uma definição bastante clara de cidade globalizada. 

<strong>No HIPERBORDER trabalhas sobre um tema quente: a imigração ilegal resultante das diferenças entre oportunidades de vida. Como arquitecto, que procuras com estes temas tão transversais?</strong>
A fronteira entre México e Estados Unidos está a tornar-se uma fronteira de extremos, onde duas condições de grandes diferenças estão interconectadas. Uma situação semelhante existe entre África e Europa. As oportunidades de trabalho poderiam estar vinculadas com as carências. A infraestrutura é claramente uma das grandes tramas da região. Conectividade, Serviços, Industria, Comércio. A nossa investigação têm essencialemtne que ver com o conhecimento da região, agrupando, selecionando e traduzindo a informação mais relevante nos aspectos de fluxos entre os dois paises, mostrando alguns cenários de possiveis futuros. Futuros estes que têm que ver com todos nós em todos os niveis.

<strong>Trabalhaste na Europa. Espanha, França, Holanda. Que importância tiveram estas experiências em ambientes culturais tão distintos no teu processo de trabalho?</strong>
Serviu para reconhecer o que nos distingue. Para reconhecer diferenças e respirar o mundo globalizado. Talvez também para poder vislumbrar com maior nitidez sobre as possibilidades de exerçer a prática profisisonal desde uma perspectiva mais global. México é um paraiso pela sua juventude, pela sua democracia numa fase ainda infantil, combinada com um desprezo pelo projecto. E uma desgastada percepção dos processos arquitectónicos vêm de uma crise de flata de clareza, onde a pós-modernidade encontrou muitos adeptos. O desafio continua o mesmo dos anos cinquenta…combinar o global com o local no atrevimento de uma tradução da actualidade.]]>
   </content>
</entry>

</feed>
